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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Hey Crazy Girl


Por que você fez isso de novo?
Disse que me queria, e agora não me quer?
É divertido
Só pode ser isso
Por que você adora
Acho que eu sou um brinquedo
E você uma criança malvada
Que me arremessa da escada
E depois tenta remontar os pedaços
Não sei por que ainda acredito
Teu amor é um mito
Não deve nem existir
Então agora é “Let it be
Por queI want hold your hands” ainda
Mas agora sou seu “Decoy
Por causa da minha “Ignorance
E por que você gosta de “Playing God
Ao invés de ser mais “Careful” com quem te gosta
HEYYYYY
Não faça isso com mais ninguém
Não vou te chamar de meu bem
Mas você ainda é muito
Pra mim ainda é alguém
Nada de raiva, nada de ódio
HEY CRAZY GIRL!!!!!
Não te culpo a culpa é minha
Vamos seguir nossas vidinhas
Sou teu amigo, você é minha parceirinha
Vlw.’

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Geração Dolly Guaraná


Geração Dolly Guaraná. Acho que é assim que podemos definir a nossa geração. Uma geração em que você tem que fazer parte de uma tribo, e dentro desta tribo fazer parte de um grupo, e dentro deste grupo praticamente não existe individualidade. Em que você não tem liberdade pra ouvir o que quiser sem ser taxado de emo, roqueiro maluco ou pagodeiro, por aí em diante. Em que todo mundo, ou 99% das pessoas se importam mais com o que vestem do que com o que falam. “O que será que eu faço sem fulano, cicrano ou Zezinho?!”. Em que as pessoas “Xingam muito no twitter” por que acharam uma “Puta falta de sacanagem” o cancelamento de um show, quando na verdade deveriam sair nas ruas pra protestar contra essa política de bosta que temos aqui. Aliás, em que 95 a cada 100 adolescentes mal sabem algo sobre política, mas se perguntarem o nome da mãe do baterista da bandinha citada ali em cima, alguns devem saber.
Acho que depois de tudo que o país já passou, depois da “Geração marca famosa de refrigerante norte-americana” citada na música do meu ídolo que não morreu de overdose deveríamos ter um pouco de, como é o nome mesmo... VERGONHA NA CARA pra não deixar esse país do jeito que está ao invés de nos preocuparmos com tribos ou coisas desse tipo. Perdemos nosso senso de grupo, já que nesses grupos todos são iguais, não existe o ser individual. E perdemos nosso faro de protesto, já que estamos preocupados em cortar o cabelo igual o do canadense babaca que faz músicas com duas palavras ou o da garota protagonista do filme de vampiro. Não quero que deixemos de ser jovens. Mas acho que ser jovem também envolve a parte em que lemos jornais e não só a revista que traz até a cor da cueca ou da calcinha do astro ou da estrela. Só se toquem, antes que seja tarde demais, pra daqui a 10 anos, vocês não se tocarem que poderia ter ajudado a impedir algo maior se não ficasse só pagando pau pro Surita ou pro Pe Lanza e tivesse ido encher o saco do Maluf.

Ah, no fim de tudo, feliz ano novo.Atrasado  Bjunda. Ass: Ruggeron Reis.