Você se declarou. Você ficou sabendo que não ia rolar nada. Você conseguiu esquecer. Pra nós adolescentes, é muito complicado. A amizade voltou, mas fica aquela coisa na sua cabeça, que extingue o fogo, mas não apaga aquela brasa, a deixa lá pra qualquer coisa no futuro. A amizade segue firme e forte, você segue sua vida, a pessoa também, vocês continuam contando as coisas um pro outro naturalmente. Certo dia vocês se encontram, conversam por 5 minutos, você brinca com a pessoa etc. e tal. Ela vai embora com o melhor amigo dela, confidente dela, e ela conta pra ele que está gostando de você. Ou acha isso. Bem, isso não é mau, mas aí, ele te conta imediatamente após, por que acha que vai ser bom. Sim até aí está bom. Aí aquela brasinha, que tinha dito lá no início vira novamente um daqueles incêndios que destroem florestas e casas de celebridades hollywoodianas nos E.U. A. Bem você está feliz, rola aquele papo sempre tenso no MSN ou ao vivo dependendo muito de cada um. Ela praticamente te força a falar que gosta dela ainda, daí ela fala que gosta de você. Mas que quer tempo pra pensar. Está certa, muitas decepções anteriores fizeram isso com ela (Inclusive, a minha “ela” vai ficar muito brava quando ler isso, mas eu precisava escrever). Agora vem a fase mais complicada pra você. Fica esperando, ansiosamente o dia que ela vai te chamar pra falar o que ela decidiu, bem, ainda não chamou. Ela ainda não decidiu. Você não quer apressá-la então nem demonstra seu nervosismo. “Vai que ela desiste de mim?” Você fica meio paranóico igual a sua melhor amiga em relação ao cabelo. Vocês dois se vêem, mas ela nem toca no assunto. Bem, aí você passa uma noite em claro, se revirando na cama, por que pensa “Pronto, já era, perdi a chance, se ela não falou nada é por que não quer nada”. Bem acho que você merece uma tapa na cara para largar mão de ser dramático. Fica calmo. Uma hora ela (ou pras garotas, todos os “ela” viram “ele”) vai falar. Uma coisa muito boa, ou muito ruim. Daí eu escrevo de novo. Sabemos que, nós adolescentes somos todos “Drama King e Drama Queen”. Mas fazer o que não é? Essa vida de adolescente...
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